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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

BRASILEIROS AUMENTAM O NÚMERO DE PEDIDOS DE PATENTES NO EXTERIOR

O depósito de pedidos de patentes realizados por pesquisadores e empresas brasileiras no exterior pelo sistema internacional do Tratado de Cooperação em matéria de Patentes (da sigla em inglês, PCT) aumentaram 22,6% em três anos, segundo os dados fornecidos pelo INPI. O número de pedidos subiu de 398, em 2007, para 488 em 2010.

Embora tenha sofrido expressivo aumento, o desempenho do Brasil ainda é modesto se comparado com países desenvolvidos como os Estados Unidos, que depositaram 34,8 mil solicitações em 2010, ou em relação a outros países emergentes como a China, que realizou 11,4 mil pedidos neste período.

Na concepção do Instituto, a demanda de pedidos de proteção dos direitos sobre processos e produtos contemplando mercados internacionais vem sofrendo gradativo aumento desde que o Brasil aderiu à Organização Mundial da Propriedade Intelectual, e passou a oferecer o ingresso ao PCT através do INPI, em 2009.

fonte: INPI

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA REALIZA SEU PRIMEIRO DEPÓSITO PARA REGISTRO INTERNACIONAL DE PATENTE

A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) depositou no último dia 4 de novembro seu primeiro pedido de patente internacional. A solicitação foi protocolada via PCT (Patent Cooperation Treaty ou Tratado de Cooperação em Matéria de Patente), na Organização Mundial de Propriedade Intelectual, através da Agência de Inovação e Propriedade Intelectual (Agipi), órgão responsável pela gestão da política de inovação e dos processos relativos à proteção de direitos de propriedade intelectual da instituição.

Os pesquisadores da universidade paranaense desenvolveram um produto com base no grafeno, alótropo do carbono 100 vezes mais resistente que o aço, que poderá produzir impacto nos setores de transporte de energia, produção e utilização de equipamentos no campo do petróleo, por exemplo, na exploração do pré-sal. Segundo especialistas, a utilização do grafeno reduziria significativamente o risco de acidentes com vazamento de óleo, devido à ruptura de dutos. O produto ainda possui aplicabilidade direta nas indústrias siderúrgica, metalúrgica, de gás e biocombustíveis, podendo estender o seu uso também a outros sistemas construtivos, com uso médico, biomédico e hospitalar.

fonte: Núcleo de Inovação Tecnológica do Paraná